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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

7º Encontro Vocacional do Vicariato Jacarepaguá

Aconteceu no último domingo, dia 18, o 7º Encontro Vocacional do Vicariato Jacarepaguá. Realizado na Paróquia Santa Luzia (Gardênia Azul), teve início com a Santa Missa celebrada pelo nosso vigário episcopal e pároco, Côn. Robert Chrzaszcz, que abordou assuntos como juventude em missão, a importância da família e a diferença entre os caminhos do mundo e o caminho de Deus.
Tivemos a presença do Pe. Daniel Rodrigues Mourão, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, que acolheu as confissões, os jovens João, Joabson, Ana, Thamires e o Seminarista Alex que realizaram o “Aconselhamento de Jovens para Jovens”.
A palestra ficou por conta da Ir. Catarina do Precioso Sangue, da Congregação de Nossa Senhora de Belém, com o tema: “Misericórdia: Amor em Ação” e as dinâmicas com a Ir. Graça Maria, também da mesma congregação.
O encontro se encerrou deixando saudades em nossos corações.

Neide Alves – Coordenadora de Jovens e Adultos do Vicariato Jacarepaguá

7º Encontro Vocacional do Vicariato Jacarepaguá
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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Vocação: “uma semente que cai em terra boa”

A palavra vocação vem do latim vocare, que significa chamado. Assim, se alguém chama, necessariamente, deve haver alguém que escute e responda. Na mensagem pelo Dia Mundial de Oração pelas Vocações, em 2014, Papa Francisco destacou que todo chamado exige um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e que “nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si. A vocação brota do coração de Deus e germina na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno”.
Com esse desejo, 67 jovens de oito vicariatos da Arquidiocese do Rio de Janeiro participaram do 31º Encontro Vocacional do Vicariato Suburbano e do 4º Encontro Vocacional Arquidiocesano, realizado na Fazenda São Joaquim das Arcas, em Itaipava, entre os dias 15 e 19 de agosto. 
Nesse encontro, os vocacionados tiveram a oportunidade de dedicar um tempo mais específico para pensar e amadurecer o ideal vocacional, além de trabalhar os temas da oração pessoal, da vida comunitária e religiosa. Eles também participaram de palestras sobre o sacerdócio e a missão do padre no mundo, de partilhas sobre temas vocacionais mais aprofundados, de momentos de oração, adoração, missa diária e uma gincana, cujo objetivo era promover a vida comunitária.
“Por meio de brincadeiras, competições e com bastante garra conseguimos demonstrar, de alguma forma, para os participantes que o caminho vocacional é, de fato, um grande desafio, mas que pode ser trilhado na medida em que mantemos o nosso olhar fixo em Jesus e, também, cultivamos a vida fraterna, que é um caminho de santidade”, explicou o seminarista Islandson Felix.
O desejo de auxiliar no discernimento dos futuros sacerdotes surgiu no coração do monsenhor José Mazine há 15 anos, quando ele iniciou o trabalho apenas com o vocacional no Vicariato Suburbano. Há dois anos, os retiros foram estendidos em âmbito arquidiocesano.
“Esses encontros servem para lançar as sementes. Não posso afirmar que os 67 jovens serão sacerdotes, porém é como uma semente que cai em terra boa e dá frutos. Nesse período de discernimento, o apoio da família é importante e o do Cardeal Orani João Tempesta é um grande estímulo para os vocacionados. Já estamos pensando no próximo encontro que vai acontecer na última semana de janeiro. É um trabalho que requer tempo, mas temos a esperança de que ele vai gerar muitos frutos”, completou.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Congregação Nossa Senhora de Belém

            Ir. Lucia Imaculada
            Coordenadora Arquidiocesana da Iniciação Cristã

            A Congregação de Nossa Senhora de Belém é uma Congregação carioca, fundada por Madre Maria Helena Cavalcanti, carinhosamente chamada de Mãezinha por seus filhos e filhas espirituais.
            Em 1957, no Rio de Janeiro, nossa Mãe Fundadora, religiosa dominicana, começou a dar aulas de religião em três estabelecimentos do governo de nível secundário: Instituto de Educação, Rivadávia Corrêa e Paulo de Frontin.
            Com a graça de Deus foi grande a receptividade por parte das alunas. Depois de quase dois anos de experiência nas escolas, Mãezinha escreveu um relatório ao senhor Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara. Sua Eminência leu-o atentamente, segundo suas próprias palavras, e a chamou para uma conversa. Foi um encontro no Espírito Santo. A preocupação dele vinha ao encontro de uma grande preocupação de Mãezinha: a Catequese. Ao final de duas horas de conversa, estava resolvida a fundação da Obra de Evangelização nas Escolas do Governo.
            Dom Jaime, após conversa com as superioras dominicanas, requisitou nossa Mãe para iniciar a obra e logo depois, confirmou a independência canônica da nova Congregação. Começou então, em 22 de julho de 1958, com sua bênção, aprovação e estímulo, uma Obra inteiramente dedicada à Evangelização e Catequese da Infância e Juventude especialmente das escolas públicas. No dia 25 de março de 1959, esta Obra foi elevada à Congregação de Direito Diocesano com Constituições próprias à nossa finalidade.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Presença paterna

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Nesta entrevista, o professor e escritor Luciano Rocha partilha a sua vivência familiar e ensina: “Aprendemos a ser pai, experimentando a paternidade no dia a dia”.
Testemunho de Fé - O que é ser pai?
Luciano Rocha - Ser pai é dom de cuidado, é envolver-se, estar disposto a “perder” a própria identidade em função do outro. Normalmente, as amigas de minhas filhas não conhecem meu nome. Sou o pai da Giovana ou o pai da Ana Clara. Ser pai, segundo as amiguinhas de minhas filhas, é estar atrelado à outra existência, é ser visto sempre em função do outro. Isso é muito interessante, pois o olhar atento de pessoas tão pequenas aponta para nosso lugar na vida de nossos filhos. Ser pai é viver a vida do outro e torná-la a razão de sua vida. Assim, o que era um se torna mais, vira dois, três, é dom de multiplicar, e é no cuidado com o outro que nos descobrimos ‘pai’.
TF - O que tem sido mais gratificante?
Luciano - Primeiramente, o sorriso. Ninguém te recebe em casa com mais espontaneidade que seus filhos. Todo pai é importante para seus filhos. Na figura do pai esconde-se o sentido da proteção e do cuidado. Nossas crianças pequenas olham para nós como aqueles que podem absolutamente tudo, mas, principalmente, somos aqueles que eles confiam plenamente. Em um segundo momento, diria que é gratificante ver prosperar o sorriso na vida que se desenvolve. Ver os filhos crescerem, crescer junto, estar junto e dividir com eles seus problemas, alegrias, vitórias e frustrações também faz parte da arte de ser grato. Sou grato por poder ser pai, pelo simples fato de ver o grande milagre da vida acontecendo diante de meus olhos.
TF – O que tem sido mais desafiador?
Luciano – Educar é um desafio, certamente. Sempre foi, porém, atualmente, há múltiplas fontes de formação que não existiam no passado. Há pouco tempo nossas casas tinham um telefone, que ficava na sala. Hoje temos computadores, celulares, smarts de todos os tipos, centenas de canais de TV que informam o tempo todo nossos filhos. Nem sempre esses meios de comunicação passam os valores que desejamos transmitir. Precisamos educar para a cidadania, para o respeito ao próximo, para os valores humanos, a fim de gerarmos pessoas saudáveis para nossa sociedade, tão carente de valores e de exemplos.
TF – O que um homem deveria saber antes de ser pai e o que aprende depois?
Luciano – Antes de ser pai, nossa referência é sempre nosso pai. Então, dependendo da família que trazemos em nós, essa imagem e seu sentido muda bastante. De modo geral, para ser pai precisamos entender que isso não é pouca coisa. É dever de cuidado, de doação, de ternura e aconchego. Quem quer ter um filho deve abrir mão de si, de seus desejos e vontades, para viver no outro, para o outro, com o outro. Precisamos de pais que se sintam chamados, vocacionados à paternidade. Ser pai é sempre participar da paternidade de Deus, o Pai por excelência, que tudo gerou, formou sem exigir nada em troca, só por amor. Devemos saber que ser pai é comprometer-se para toda a vida com outra pessoa. Não se troca de pai como se troca de roupa. Seu filho será sempre seu filho. É preciso se comprometer. Estar junto e deixar a vida acontecer no cuidado cotidiano. Com o tempo aprendemos que nossos filhos querem apenas isso: a presença por presente. Estar junto é viver a arte de ser pai. Todos os brinquedos do mundo e bela casa, em si mesmas, são apenas coisas que se amontoam ao redor da criança. A figura do pai agrega valor na brincadeira, no jogo, na alegria e, principalmente, na vida vivida. Com o tempo se aprende que ter brinquedo não significa brincar e que a verdadeira brincadeira, que para a criança é coisa séria, se dá na presença do outro. Ser pai é, simplesmente, estar ali e ser junto. Aprendemos a ser pai experimentando a paternidade no dia a dia.
Fonte: www.ArqRio.org

terça-feira, 6 de maio de 2014

Modelo e Atriz espanhola se tornou Freira

Faz quatro anos, um 1º de maio, a espanhola Olalla Oliveros abandonou o mundo da moda, do cinema e da televisão para seguir o caminho da vida religiosa em um convento de semi-clausura.
“O Senhor não se engana, fez-me um casting e não pude dizer que não”, disse Olalla, em um testemunho dado a sua comunidade e que pode ser encontrado no YouTube.
            Olalla do Sim de Maria é o seu nome agora, aos 36 anos, depois de dar às costas a uma promissora carreira nos meios de comunicação para ingressar na Ordem e Mandato de São Miguel Arcanjo, associação católica com duas sedes na Espanha.
            Antes de ingressar na associação religiosa a que agora pertence, Olalla protagonizou anúncios publicitários para marcas muito conhecidas, e teve papéis secundários em séries populares, mas sentia que “me escolhiam para papéis muito frívolos, muito vaidosos, de garota frívola. E eu me dizia, quando me darão um papel de freira? Porque sentia no meu interior que o papel de freira eu o faria muito bem”.