quinta-feira, 30 de junho de 2016

Festa Junina

Festa junina com moradores em situação de rua, em frente à Candelária promovida pela Toca de Assis e com a presença de muitos jovens da paróquia São João Batista de Rio das Pedras.






quarta-feira, 29 de junho de 2016

terça-feira, 21 de junho de 2016

Kit Peregrino é apresentado em Cracóvia

Os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Cracóvia já sabem como estarão “equipados” para o evento. O Kit Peregrino foi apresentado na última quinta-feira, dia 16, e traz em si um design que remete aos elementos da Jornada polonesa e à misericórdia.
O Kit, desenhado com base no projeto vencedor de Hanna Talarek, inclui uma mochila disponível em três cores – azul, vermelha e amarela –, as quais serão atribuídas aleatoriamente. O seu desenho gráfico é a centelha da misericórdia, um dos elementos do logo da JMJ Cracóvia 2016.

Formato importante
Segundo a coordenadora do Setor de Design Gráfico da JMJ Cracóvia 2016, Monika Rybczyska, “quando a mochila estava sendo projetada, o gráfico e o formato eram o mais importante”.
“Para o gráfico – explica –, nós queríamos que nossa mensagem fosse consistente e que levasse em conta o tema da misericórdia e a centelha, que ‘sai de Cracóvia para o mundo inteiro’. É por isso que este elemento do logo estará na mochila”.
Em relação ao formato, a coordenadora afirma que a preocupação principal era no que diz respeito à funcionalidade. “Chegar à forma final da mochila nos tomou quase... três meses!”, recorda.

Dentro da mochila
Dentro da mochila, o peregrino encontra um terço-bracelete para rezar o Terço da Divina Misericórdia, um lenço de microfibra, um xale multifuncional para proteger do sol de julho e uma capa, caso chova.
Há ainda um guia do peregrino, um guia de Cracóvia, uma oração “Jesus eu confio em Vós”, um livro de orações “Um Livro Extraordinário sobre a Divina Misericórdia” e, dependendo do tipo de pacote escolhido, vouchers para alimentação.
Os peregrinos devem chegar a Cracóvia para a JMJ 2016 no dia 25 de julho e as atividades se realizarão de 26 a 31 de julho. As inscrições para a Jornada terminam no próximo dia 30 de junho.

Fonte: http://br.radiovaticana.va/news/2016/06/20/jmj_2016_kit_peregrino_%C3%A9_apresentado_em_crac%C3%B3via/1238550

Terço-bracelete do kit / Foto: krakow2016.com

Mochilas nas cores vermelho, amarelo e azul / Foto: krakow2016.com

Xale multifuncional para peregrinos / Foto: krakow2016.com

Capa de chuva para proteger peregrinos em caso de chuva / Foto: krakow2016.com

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Sacerdote e coroinha: mártires do Sul

Durante o 4° Encontro Nacional de Postuladores realizado no Rio de Janeiro, o cônego Alexander Mello Jaeges, da Diocese de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, vice postulador da causa de canonização dos beatos padre Manuel Gómez González e o coroinha Adílio Daronch, apresentou a história de dois candidatos à canonização e salientou a figura do jovem rapaz Adílio.
Adílio Daronch nasceu em 25 de outubro de 1908, em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul. Desde cedo, Adílio manifestava predileção pelas coisas da Igreja, e depois da Primeira Comunhão começou a auxiliar como coroinha no serviço do altar. Ele era um menino alegre, porém reservado; gostava de futebol e de brincar com outras crianças.
“Ele era um adolescente que ajudava nos trabalhos de casa, que gostava de praticar esportes; tinha amizades, mas também vivia a sua fé, não como algo separado da sua vida. Isto incentiva os jovens hoje a viverem de um modo diferente no mundo: apreciando o estudo, o cotidiano e as amizades, mas fazendo uma seleção daquilo que vale a pena”, revelou.
Segundo destacou o vice-postulador, o coroinha Adílio acompanhava o padre no seu trabalho cotidiano, e muitas vezes eles saíam a cavalo. As visitas duravam normalmente um mês, tempo necessário para conseguir visitar e atender as diversas comunidades que compunham a paróquia gigantesca.
“Devido à manifestação da fé e ao anúncio do Evangelho, o padre vivia ameaçado de morte. Adílio era um jovem que sabia dos perigos e das dificuldades e, mesmo diante de tudo, o seguia nas missões,” disse cônego Alexander.
O outro candidato a santo é o padre espanhol Manuel Gómez González, que desde pequeno sonhava em ser sacerdote.
Aos 25 anos, recebeu a ordenação em sua terra natal, viajando em 1904 para Portugal, onde permaneceu como pároco até 1913, mesmo ano em que veio para o Brasil por conta de uma perseguição religiosa à Igreja Católica portuguesa.
Depois de chegar ao Rio de Janeiro, foi encaminhado para o Rio Grande do Sul, onde dois anos depois foi nomeado pároco no município de Nonoai. No local, desempenhou sua missão evangelizando o povo com dedicação.
Com bondade e paciência, o sacerdote soube cumprir seu trabalho pastoral; promoveu e encorajou o Apostolado da Oração, organizou a catequese e incentivou a participação dos fiéis nas missas e nos sacramentos. Além disso, fundou uma escola na própria casa, na qual ensinava gratuitamente crianças e adolescentes.
Nesta época, o Rio Grande do Sul passava por uma revolução e muitas paróquias já não tinham mais padres, porque foram expulsos ou já tinham sido transferidos. Padre Manuel foi determinado a atender os cristãos do sertão do Alto Uruguai, mesmo sabendo do perigo que enfrentaria. 
Em 1924, padre Manuel foi abençoar um cemitério junto ao coroinha, e havia uma emboscada preparada por soldados. No local, foram amarrados em árvores e assassinados; o sacerdote com dois tiros e o menino de 15 anos com três.
“A devoção começou logo após a morte porque o local do martírio se tornou um lugar de peregrinação com muita gente rezando e pedindo a intercessão deles”, completou o cônego.

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, página 16

terça-feira, 24 de maio de 2016

A verdadeira arma que muda o mundo: o amor misericordioso de Deus

A Iniciação Cristã de jovens e adultos participou da Hora Santa no último sábado, dia 21 de maio, na Igreja de Sant’Ana, no Centro. O celebrante da tarde foi o Cardeal Orani João Tempesta, acompanhado do pároco, padre José Laudares.
Na homilia, Dom Orani lembrou da preparação para a Jornada Mundial da Juventude, em 2013, quando os jovens estavam reunidos em vigílias no Santuário de Adoração Perpétua, para rezar pelos desejos de cada peregrino que iria participar do encontro. O Cardeal também explicou o Evangelho do dia – o filho pródigo –, pelo olhar da misericórdia, tema da Semana Eucarística deste ano.
“Nessa hora especial de oração, vocês são chamados a experimentar a misericórdia de Deus e anunciar essa experiência de amor e misericórdia aos irmãos e irmãs”, convidou ele.
Pela primeira vez na Hora Santa, o jovem Rafael Monteiro, da Paróquia Santos Anjos, no Leblon, disse que a celebração o fez acreditar que Deus é essencial na sua vida e acolheu as palavras de Dom Orani no coração.
“Na homilia, o que me tocou foi quando o Cardeal disse que é necessário confiar em Deus e ter um coração aberto, porque somos jovens e ainda estamos começando a vida,” declarou o rapaz.
A celebração foi finalizada com a benção do Santíssimo, dada pelo Arcebispo do Rio.
“Foi muito lindo! A presença de Deus é muito forte nesse lugar e a adoração foi muito tocante. O que mais me emocionou foi quando cantaram o cântico da bênção do Santíssimo”, contou a jovem Fernanda Sampaio, da Paróquia Nossa Senhora de Loreto, em Jacarepaguá. 

Fotos: Marcos Arzamendia

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4418/a-verdadeira-arma-que-muda-o-mundo-o-amor-misericordioso-de-deus

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Esporte e Paz

            A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, em parceria com instituições alemães, está promovendo a campanha “Rio se Move”, com o objetivo de trabalhar a cultura de paz por meio da atividade esportiva e complementares para crianças e jovens dos projetos sociais da arquidiocese.
            Foi realizado um encontro inter-religioso denominado “Esporte pela Paz – Circuito Olímpico” na Paróquia São José, na Lagoa, neste dia 22 de maio, às 8h, na Avenida Borges de Medeiros, 2735. O encontro contou com a presença de diversos líderes religiosos, com o intuito de suscitar o diálogo entre o esporte e a paz entre as nações, além do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro e do Comitê Organizador Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman. Após o encontro, foi realizado o “Circuito Olímpico”, também no espaço da igreja, com a prática de diversos esportes olímpicos. O encerramento estava previsto para 14h.
            Segundo o responsável pelo Departamento de Eventos Esportivos da Pastoral do Esporte da Arquidiocese do Rio, padre Leandro Lenin, “o projeto procura promover diversas atividades saudáveis que demonstrem como o esporte pode contribuir para o bom entendimento entre as pessoas, difundindo assim os valores olímpicos e cristãos. Estas atividades aproveitaram um espaço representativo e simbólico da cidade, a Lagoa Rodrigo de Freitas, para expressar o anseio da prática do esporte como meio de promoção da paz no contexto do ano dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”, disse.
            A abertura do evento “Esporte pela Paz – Circuito Olímpico” teve início com missa realizada na Paróquia São José, na Lagoa, presidida pelo Cardeal do Rio Orani João Tempesta na manhã do dia 21 de maio. Estavam presentes padres e representantes das pastorais do Esporte do Rio de Janeiro.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4411/esporte-e-paz-promove-atividades-esportivas-entre-jovens-no-rio-de-janeiro

terça-feira, 10 de maio de 2016

Papa encoraja jovens a dar a vida pelo Evangelho

Francisco pediu que no lugar da insatisfação que atinge os jovens  cresça a voz do Espírito que os leve a gastar a vida por causas nobres

O Papa Francisco iniciou suas atividades nesta terça-feira, 10, celebrando a missa na capela de sua residência, a Casa Santa Marta.
A homilia de Francisco foi inspirada no trecho dos Atos dos Apóstolos que narra a despedida de Paulo da comunidade de Mileto. Trata-se de uma cena emocionante: Paulo sabe, e o diz, que não verá mais aquela comunidade, os presbíteros de Éfeso que mandou chamar e agora estão ao seu redor. Chegou a hora de partir para Jerusalém, é ali que o Espírito o conduz, o mesmo Espírito do qual reconhece o absoluto senhorio sobre sua vida, que sempre o impulsionou ao anúncio do Evangelho, enfrentando problemas e penas.
Francisco destacou que este trecho evoca a vida do missionários de todas as épocas.
“Partiam obrigados pelo Espírito Santo: uma vocação! E quando, nesses lugares, vamos ao cemitério e vemos suas lápides: muitos morreram jovens, com menos de 40 anos. Porque não estavam preparados para suportar as doenças locais. Deram a vida jovens: ‘gastaram’ a vida. Eu penso que eles, naquele último momento, longe de sua pátria, de sua família, de seus caros, tenham dito: ‘O que eu fiz valeu a pena!'”.

Missionários, glória da Igreja
O Papa explicou que o missionário parte sem saber o que lhe espera e citou a despedida da vida de São Francisco Xavier narrado por José María Pemàn, escritor e poeta espanhol de 1900. Uma página que evoca aquela de São Paulo, que disse em seu discurso de despedida: “Sei apenas que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me adverte, dizendo que me aguardam cadeias e tribulações”. Francisco disse que o missionário sabe que a vida não será fácil, mas prossegue.
Ao falar sobre os apóstolos de hoje o Papa se emocionou.
“Os nossos missionários, esses heróis da evangelização dos nossos tempos. A Europa que encheu de missionários outros continentes… E esses partiam sem voltar… Creio que seja justo agradecer ao Senhor por seu testemunho. É justo que nós nos alegremos por ter esses missionários, que são testemunhas verdadeiras. Eu penso em como foi o último momento deles: como pode ter sido a despedida? Como Xavier: ‘Deixei tudo, mas valeu a pena!’. Anônimos, foram embora. Outros mártires, isto é, oferecendo a vida pelo Evangelho. Esses missionários são a nossa glória! A glória da nossa Igreja!”.

Jovens, “gastem” a vida por causas nobres
Ao concluir, Francisco pediu que no lugar da insatisfação que atinge os jovens de hoje, cresça a voz do Espírito que os leve a gastar a vida por causas nobres.
“Gostaria de dizer aos jovens de hoje que não se sentem à vontade, que dizem ‘não estou muito feliz com esta cultura do consumismo, do narcisismo…’, olhem o horizonte! Olhem para lá, olhem para esses nossos missionários! Pedir ao Espírito que os obrigue a ir para longe, a ‘gastar’ a vida. É uma palavra um pouco dura, mas a vida vale a pena ser vivida. Mas para vivê-la bem, ‘gastá-la’ no serviço, no anúncio, e ir avante. Esta é a alegria do anúncio do Evangelho”.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/papa-encoraja-jovens-dar-vida-pelo-evangelho/

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Arquidiocese lança campanha Rio se Move

No ano dos Jogos Olímpicos, a Arquidiocese do Rio de Janeiro realizou o lançamento da campanha “Rio se Move”, uma parceria com diversas instituições alemãs, no dia 26 de abril, na sede do projeto “Se Essa Rua Fosse Minha”, em Laranjeiras. A iniciativa tem como objetivo dar maior visibilidade a alguns programas existentes na arquidiocese que atuam em benefício daqueles que sofrem exclusão social, presente na dinâmica dos grandes eventos.
Durante o lançamento, o secretário-geral da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steine, destacou que a parceria é uma oportunidade de fazer com que os grandes eventos possam alcançar as pessoas que estão à margem da sociedade, de forma que, ao renovar as esperanças, esse possa ser um tempo novo para o povo carioca.
“O projeto ‘Rio se Move’ é a parte brasileira de uma iniciativa que nasceu na Alemanha chamada ‘Rio nos Move’. Junto a várias instituições de caridade, esse projeto percebeu as necessidades de nosso povo e colocou jovens e adultos à disposição para nos ajudar. Ao encontrar eco em nossa cidade, nós também fazemos parcerias. Chama-se ‘Rio se Move’ porque é a cidade se movimentando em prol dos seus. A CNBB, a Conferência dos Religiosos do Brasil e a ArqRio estão unidas a essas instituições alemãs para falar, pincipalmente, de um legado mais humanizado, de forma que os grandes eventos, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, realmente possam chegar ao coração da nossa gente, incluindo, educando, dando mais expectativas e esperanças de que este evento que vai passar vai deixar um tempo novo na cidade”, destacou.

Evangelização e os Jogos Olímpicos
De acordo com o Cardeal Orani João Tempesta, por conta dos Jogos a cidade se tornou uma vitrine para o mundo e não pode deixar passar a oportunidade de evangelizar. O arcebispo ressaltou que a Igreja está atenta e busca estabelecer diálogos e pontes com os grupos envolvidos.
“Sabemos que o mundo dos esportes é um campo, ao mesmo tempo, fértil e aberto para a evangelização. O Rio de Janeiro vai receber esses grandes eventos esportivos, e a arquidiocese não pode se omitir diante da responsabilidade de fazer com que o Evangelho seja anunciado e os legados humanos e sociais se destaquem. Ao longo do século passado e também deste, pontífices e clérigos expressaram essa ligação por entenderem o esporte como uma importante ferramenta de promoção de bons valores à sociedade. É a primeira vez que uma cidade da América do Sul recebe tal evento. Isso fez de nossa cidade uma vitrine para o mundo, com seus elogios e críticas. A Igreja do Rio está atenta e procurando estabelecer diálogo e ponte com todos os grupos envolvidos, às vezes com sucesso, outras nem tanto”, ressaltou.
O cardeal ainda contou que na Vila Olímpica, local onde os atletas ficarão alojados, será feita uma ‘capelania’ inter-religiosa, na qual todas as religiões terão espaço. As pessoas também serão acolhidas nas paróquias próximas à região, e haverá celebração de missa em diferentes idiomas. Ele ainda lembrou que, durante a Jornada Mundial da Juventude, em 2013, o Papa Francisco abençoou, pela primeira vez na história as bandeiras Olímpica e Paralímpica no Santuário do Cristo Redentor, fortalecendo ainda mais os laços entre a evangelização e o mundo dos esportes.
Em 2012, ao final dos Jogos de Londres, a arquidiocese recebeu dois símbolos: a cruz Olímpica e o ícone da paz. Tais sinais vão marcar a presença da Igreja nos grandes eventos esportivos mundiais.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

“Todo o batizado é um discípulo missionário”

O Ano da Esperança, vivenciado por toda a Arquidiocese do Rio de Janeiro em 2015, teve como gesto concreto a missão popular. Porém, a missionariedade, que jamais se encerra, terá continuidade durante o Ano da Misericórdia. Por isso, o Conselho Missionário Arquidiocesano (Comidi) realizará, no dia 7 de maio, na Catedral, uma formação para os Conselhos Missionários Paroquiais (Comipas), das 8h às 12h.
De acordo com o coordenador arquidiocesano da dimensão missionária, padre Licinho Cohen Couto, houve um crescimento na consciência missionária, mas também existe a necessidade de criar e dar estrutura às Comipas.
“Retornamos às atividades com muita alegria. O ano de 2015 foi muito efetivo, houve um envolvimento das paróquias de maneira que nos deixou muito contentes e sentimos, assim, o crescimento da consciência missionária. Agora, o grande passo que daremos será aproveitar toda essa motivação e o trabalho que foi feito para continuar através da criação e formação de Comipas. Desde a primeira reunião de 2016, estamos preparando esse encontro de formação porque é algo fundamental”, afirmou o padre.
O conselho missionário tem várias instâncias, a primeira delas é o Conselho Missionário Nacional (Comina), cuja função é animar as pessoas para o trabalho missionário, dar formação e estruturas. A nível regional, a Arquidiocese do Rio compõe o Conselho Missionário Regional Leste 1 (Comire Leste 1), tendo o bispo auxiliar Dom Paulo Cezar Costa como animador. Em seguida, o Conselho Missionário Diocesano (Comidi) e depois os conselhos missionários Vicarial e Paroquial, no qual o pároco é o responsável pela comissão.
Padre Licinho destacou que se faz necessário o envolvimento de todos os movimentos e pastorais. Ele ainda ressaltou que é preciso ultrapassar as pastorais mais conservadoras para dar continuidade à missão e que é fundamental que os leigos assumam o compromisso missionário.
“Queremos mostrar que os conselhos não são pastorais, mas querem envolver todas as forças na esfera em que trabalham. Queremos ter um representante das pastorais, justamente porque a missão é para todos. Desejamos que os movimentos se envolvam com o nosso trabalho e que nós também estejamos comprometidos com os deles, no sentido de que tudo deve ser missionário. Quando o Papa Francisco declarou que desejava uma Igreja em saída, ele quer mostrar que a Igreja somos todos nós. Temos as dificuldades, também por conta das pastorais de conservação, mas percebemos que o mundo atual clama com sede de Deus, e não podemos ficar com os olhos e ouvidos fechados para essa realidade. Queremos que cada vez mais o leigo assuma esse protagonismo da missão”, sublinhou.
Padre Licinho ainda acrescentou que, geralmente, os padres e os bispos recebem as funções de animadores, como aqueles que vão incentivar e deixar com que os leigos possam assumir também os trabalhos. O pároco pode ser o presidente, como aquele que está à frente, mas também delegar funções.
“A Conferência de Aparecida foi muito clara, enfática e muito feliz quando alertou que todo o batizado é um discípulo missionário. Então, as funções, os encargos, os ministérios, eles variam, mas nenhum tem a mesma importância dentro do aspecto missionário. Então, quando o documento nos deu a clareza dessa responsabilidade, vimos frutos maravilhosos”, acrescentou o padre.
De acordo com o padre, muitos missionários também se preparam para viver uma nova missão durante a Jornada Mundial da Juventude, que vai acontecer na cidade polonesa de Cracóvia, em julho deste ano.
“Estamos nos preparando com todo entusiasmo para a missão em Cracóvia, durante a Jornada Mundial da Juventude. Vários missionários estão se organizando e a gente quer entrar nesse espírito eclesial, nessa festa com a juventude. Estamos bem empolgados e com o espírito de que nós já recebemos o missionário maior, o Papa Francisco, aqui no Rio. Agora a gente quer de novo fazer essa experiência, mas de uma maneira nova, vamos levar esse espírito que o brasileiro tem de confraternização e alegria”, concluiu.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4304/todo-o-batizado-e-um-discipulo-missionario 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Jovens de todo o Brasil participam de Romaria em Aparecida

O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP) recebe, neste final de semana, dias 9 e 10, centenas de jovens para a primeira Romaria da Juventude. Com o tema “Juventude com Cristo na casa de Maria”, o evento organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude reúne as diversas expressões juvenis da Igreja no Brasil em sintonia com a 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 
O bispo de Caxias (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso, manifestou sua gratidão pela participação expressiva da juventude de vários lugares do Brasil. 
            “Nós agradecemos a Deus e a Nossa Senhora Aparecida porque jovens de todos os recantos do Brasil vieram a Aparecida nesta primeira Romaria Nacional. Que Deus abençoe a Juventude e a Igreja possa continuar abraçando sempre essa causa, porque a Juventude é o presente, é o futuro de nossa Igreja”, desejou.

Tendas
Os bispos referenciais para a Juventude nos regionais da CNBB se dividiram, neste sábado, 9, pelas cinco tendas das expressões juvenis para conduzir catequeses.
Na tenda Rota 300, houve catequeses sobre “Espiritualidade da jovem Maria”, “Maria: Mãe das Vocações”, “Ecologia e vida”, “Obras de misericórdia” e “Maria, mãe da esperança”. O bispo de Barretos (SP), dom Milton Kenan Júnior, falou sobre as obras de misericórdia.
A tenda Movimentos teve as catequeses sobre os temas “Maria, a Rainha de toda a Criação”, inspirada no parágrafo 241 da encíclica Laudato Si, do papa Francisco, e “Mãe da Misericórdia ensina-nos a contemplar esse mundo com sabedoria”, com base na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia Misericordiae Vultus. Esta pregação foi proferida pelo bispo de São Luiz de Cáceres (MT), dom Antonio Emídio Vilar. 
“Um tema, justamente, na casa da mãe, neste ano da Misericórdia, para que ela nos ensine a olhar esse mundo com o mesmo coração de mãe, com a sabedoria que ela recebeu, como dom do Espírito para também olhar essa humanidade tão necessitada da misericórdia”, explicou dom Vilar.
O bispo de Três Lagoas (MS), dom Luiz Gonçalves Knupp, conduziu a reflexão na tenda da Pastoral da Juventude, com o tema Missão. No espaço, também houve catequese sobre “Ecologia” e foi abordada a temática da Semana da Cidadania, que está em sintonia com a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016 e com o eixo ecologia da Rota 300. As atividades da tenda foram encerradas com uma ciranda pela vida da Juventude.
A primeira catequese da tenda Congregações foi sobre “Espiritualidade da jovem Maria”. O módulo contou com uma feira do carisma e encerrou com a pregação sobre “Maria, mãe da esperança”, com o bispo de Jaboticabal (SP), dom Eduardo Pinheiro da Silva.
A tenda Novas comunidades teve catequese sobre o tema “Juventude em missão com a mãe Aparecida”. Os jovens puderam participar de uma roda de experiência missionária e de momentos de reflexão a respeito da missão, da assessoria e do projeto rota 300. “Maria e a nova evangelização” foi o tema da catequese com o bispo de Sobral (CE), dom José Luiz Gomes de Vasconcelos.
O bispo iniciou sua reflexão contextualizando os jovens na experiência da peregrinação, do tempo pascal, rumo a Pentecostes. “Então nós estamos no cenáculo com Maria, estamos para receber o Espírito Santo, para sermos essa Igreja missionária que nasceu a partir de Pentecostes, por isso é importante se situar dentro desse contexto. Maria foi a estrela da primeira evangelização. Foi Maria que congregou em torno dos apóstolos, que saíram cheios do Espírito Santo e anunciaram o evangelho a toda criatura”, explicou. 
“Hoje, Maria nos congrega novamente, congrega essa juventude maravilhosa, que sai em peregrinação”, disse dom Vasconcelos, que alertou aos participantes que a Romaria não é uma ocasião de turismo ou passeio. “Peregrinar significa sair, desinstalar-se, sair de si mesmo. É isso que nós queremos, sair para um encontro pessoal com o Divino Espírito Santo, com Jesus, o Divino Pai Eterno, com a Santíssima Trindade e com Maria e, a partir daí, sairmos em missão para uma nova evangelização”, disse.
Para o bispo de Sobral, uma nova evangelização precisa ser nova em seus métodos, na sua maneira de expressar-se, com o protagonismo jovem.
Na programação das tendas houve ainda oficinas, talk show, dinâmicas, momentos de partilha, animação, louvor e oração, rodas de conversa e intervenções artísticas.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Pessoas com deficiências múltiplas recebem visita de universitários em Curitiba

Na tarde da última sexta-feira, 1º, considerado como Dia da Mentira, os alunos que fazem parte da Pastoral Universitária do Centro Acadêmico da Faculdade Católica de Administração e Economia (FAE) realizaram uma atividade pra lá de verdadeira: com o coração cheio de alegria e disponível para fazer o bem, os jovens visitaram a Casa de Acolhimento Pequeno Cotolengo, em Curitiba (PR), local de referência no acolhimento, saúde, educação e qualidade de vida para pessoas com deficiências múltiplas, abandonadas pelas famílias ou em situação de risco. A missão já acontece há 50 anos e hoje atende 200 pessoas que moram no abrigo e mais de 40 mil que precisam de atendimentos anuais em 13 especialidades na saúde.
Durante a visita, os jovens puderam trabalhar com aqueles que são atendidos pela casa de acolhimento na confecção de peças artesanais para venda. De acordo com os participantes, foi uma rica partilha de vida, por meio da qual puderam desfrutar de entusiasmadas conversas sobre passeios que os atendidos fizeram e souberam um pouco mais de seus sonhos e alegrias.
Numa outra dinâmica, os jovens foram convidados a entrar nos espaços da casa e visitar aqueles que possuem mais dificuldades para se movimentar, muitas vezes fazendo uso das cadeiras de roda. Mas isso não foi impedimento para um bom passeio pelos jardins do local, regado de muita alegria e um clima fantástico para tal atividade, raro na capital paranaense. Jovens e atendidos também usufruíram de momentos de descontração com músicas e danças.

Por Frei Augusto Luiz Gabriel, ofm e Frei Gabriel Dellandrea, ofm

Fonte: http://jovensconectados.org.br/pessoas-com-deficiencias-multiplas-recebem-visita-de-universitarios-em-curitiba.html


segunda-feira, 21 de março de 2016

D. Orani e jovens cariocas celebram a Jornada Diocesana da Juventude

     Neste ano em que a Igreja Católica celebra o Jubileu da Misericórdia, o tema escolhido para a Jornada Diocesana da Juventude (JDJ), a dimensão diocesana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), foi “Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia” (Mt 5,7). O evento foi realizado em uma das Portas Santas do Ano Jubilar, o Santuário da Penha, na Penha, no último sábado, dia 19 de março. O objetivo do encontro foi também preparar os jovens para a 31ª JMJ, que acontecerá em julho deste ano na cidade de Cracóvia, na Polônia.
         O arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, participou do evento, que contou com a bênção dos ramos – uma vez que o evento foi realizado um dia antes do Domingo de Ramos, como tradicionalmente acontece –, com a procissão e missa presidida por Dom Orani. Além disso, a Jornada Diocesana da Juventude também proporcionou aos jovens cariocas um espetáculo teatral e animação ficou por conta da Comunidade Bom Pastor.
     O bispo animador da Pastoral da Juventude, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, o assessor eclesiástico do Setor Juventude, padre Jorge Carreira, e o assessor eclesiástico da Pastoral da Juventude, padre Antônio Augusto da Silva Bezerra, também participaram do momento.

Fotos: Carlos Moioli

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4192/cardeal-tempesta-e-jovens-cariocas-celebram-a-jornada-diocesana-da-juventude

            




quinta-feira, 17 de março de 2016

Voluntária brasileira incentiva inscrição na JMJ de Cracóvia

            A nossa convidada hoje no espaço Juventude é Michele Magalhães. Baiana de Senhor do Bonfim, ela é voluntária e missionária em Cracóvia. Michele é referência para os peregrinos de língua inglesa que ligam para o setor de inscrições da JMJ 2016.

>> Ouça a entrevista

            Ela fala sobre as dúvidas mais comuns que os peregrinos têm e de como é possível pedir auxílio ao fundo de solidariedade. No final, Michele “lamenta” não ter conhecido antes a Jornada Mundial da Juventude: “se tivesse conhecido, teria participado desde pequena”, disse a voluntária que esteve nas edições de Madri e do Rio de Janeiro.
            “Eu gostaria de motivar ainda mais os peregrinos que sonham em vir para que façam sua inscrição. E que, com alegria, motivem cada vez mais outros jovens para não perder essa oportunidade. Por mais que a situação financeira não seja tão fácil, quando a gente pede a Deus a graça e se decide, com certeza, esses jovens também poderão vir. Então, que os jovens formem seus grupos e não deixem de experimentar essa graça no próximo ano”.

Foto: Rádio Vaticano

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4174/voluntaria-brasileira-incentiva-inscricao-na-jmj-de-cracovia
             

quarta-feira, 9 de março de 2016

Jornada Diocesana da Juventude 2016

Neste ano em que a Igreja Católica celebra o Jubileu da Misericórdia, o tema escolhido para a Jornada Diocesana da Juventude (JDJ), a dimensão diocesana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), foi “Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia” (Mt 5,7). O evento acontecerá em uma das Portas Santas do Ano Jubilar, o Santuário da Penha, na Penha, no dia 19 de março. O objetivo é preparar os jovens para a 31ª JMJ, a acontecer em julho deste ano na cidade de Cracóvia, na Polônia.
As atividades terão início com a bênção dos ramos – uma vez que o evento será um dia antes do Domingo de Ramos, como tradicionalmente acontece – e uma procissão, cuja concentração será na Igreja Bom Jesus da Penha, na Penha, às 15h. De lá, os jovens seguirão para o santuário. Além da missa presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, haverá teatro e a animação será da Comunidade Bom Pastor.
O bispo animador da Pastoral da Juventude, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, o assessor eclesiástico do Setor Juventude, padre Jorge Carreira, e o assessor eclesiástico da Pastoral da Juventude, padre Antônio Augusto da Silva Bezerra, também participarão do momento.

Bem-aventuranças e Ano Jubilar
As Bem-aventuranças vêm sendo trabalhadas como temas das jornadas desde 2014, quando se meditou sobre a quinta delas: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu” (Mt 5,3). A sugestão foi do Papa Francisco, que este ano escolheu a bem-aventurança da misericórdia para que a JMJ também estivesse incluída nas ações para este Ano Jubilar.
“Levai a chama do amor misericordioso de Cristo – de que falava São João Paulo II – aos ambientes da vossa vida diária e até aos confins da terra. Nesta missão, acompanho-vos com os meus votos de todo o bem e as minhas orações, entrego-vos todos a Virgem Maria, Mãe da Misericórdia, nesta última etapa do caminho de preparação espiritual para a próxima JMJ de Cracóvia”, incentivou o Sumo Pontífice em sua mensagem para a 31ª JMJ, publicada em agosto de 2015.
O padre Jorge Carreira explicou que a Jornada é um momento de encontro do bispo diocesano e dos padres com os jovens, que acontece desde a década de 80, por instituição do Papa João Paulo II. “Neste ano de 2016, somos convocados a estarmos presentes, fazendo a diferença, acolhendo e refletindo sobre a mensagem do nosso Papa. Não podemos perder a oportunidade de viver esse novo tempo que o Senhor está preparando para a juventude: o tempo da misericórdia”, exortou ele.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4143/jornada-diocesana-da-juventude-2016

quarta-feira, 2 de março de 2016

Questões nevrálgicas

D. Antonio Augusto Dias Duarte
Presidente da Comissão de Promoção e Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro


Há questões que tocam as “terminações nervosas” da inteligência e da consciência das pessoas, que têm uma preocupação crescente com o que está acontecendo no Brasil e no mundo.
As notícias sobre a saúde pública e a segurança urbana, sobre a economia e os personagens da política, da Igreja Católica e de diversas instituições religiosas, etc. chegam diariamente a essas “terminações”, e confundem as mentes de pessoas que querem o bem do nosso país e esperam dos governos uma ordem mundial mais justa e pacífica.
Muitas pessoas, atualmente, sentem a dor aguda da perplexidade, ou a dor latejante da desesperança, ou a dor intermitente da incerteza, e, sobretudo, a forte e irradiante dor da dúvida: tudo que está acontecendo e que está sendo noticiado deve ser aceito ou não como verdadeiro e como um sinal do progresso da humanidade?
É preciso concordar que, a “doença do verão”, a Zika, que está assustando a população brasileira – especialmente as mães que estão gestando seus filhos ou que já deram a luz crianças com microcefalia –, segue as explicações dadas pelos governantes, pelo Ministério da Saúde do Brasil, pelas organizações internacionais (OMS, ONU), ou essas palavras explicativas serão mais uma das várias formas de manipulação da mente do nosso povo?
Deve-se assistir, como espectador atônito e indignado, as várias iniciativas de ONGs abortistas e as estratégias de fundações internacionais, que já estão se movimentando, a fim, de legitimar – juridicamente – mais uma permissão do aborto para essas crianças com microcefalia, cujo diagnóstico só é feito no último trimestre da gravidez?
Deve-se ficar passivo diante de reportagens geradas em agências internacionais de notícias e reproduzidas na mídia nacional, e que lançam no ar poeiras de dúvidas sobre a amizade sincera e pura de São João Paulo II com uma médica e filosofa polonesa desde que era arcebispo de Cracóvia?
É preciso ficar calados e omitir-se diante de tantas e tantas declarações feitas por pessoas do mundo político, artístico e até mesmo eclesiástico, que só confundem as consciências, sobretudo a dos jovens, desorientado-as sobre os valores fundamentais da ética, que constroem o caráter humano e, consequentemente, edificam uma sociedade mais humanizada e humanizadora?
Valores como a dignidade da pessoa humana, a inviolabilidade e a sacralidade da vida humana, o significado e a riqueza presente na sexualidade humana, a grandeza e a beleza da família construída sobre o amor total, fiel e fecundo entre um homem e uma mulher, a educação integral da mente, do coração e da liberdade das crianças, dos jovens, a indiscutível e inegável formação religiosa de cada cidadão, com toda a força das verdades e da ética que ensinam os diversos credos, etc., são as questões nevrálgicas, que tocando as “terminações nervosas”, fazem sofrer muitas pessoas, muitas vezes por causa da falta de palavras claras, orientadoras e firmes sobre cada um desses bens humanos e culturais.
Muitas das questões nevrálgicas que afligem grande parte do povo brasileiro da atualidade exigem atitudes corajosas, e entre elas vale a pena destacar a coragem de repelir as ideias falsas com ideais verdadeiros e atraentes.
Um desses ideais é para o de procurar, encontrar e formar homens e mulheres, adultos e jovens, que não queiram ser só pessoas corretas, mas que queiram ser líderes católicos, que aspirem ser pessoas de caráter, comprometidas, articuladas e bem unidas, a fim de criarem, todos juntos, uma força tarefa contra a cultura dominante de morte, contra o secularismo dominante, contra a ditadura do Relativismo, contra as ideologias destruidoras da família, contra a intolerância e perseguição religiosa, para que haja culturas e políticas favoráveis ao bem comum do Brasil e da sociedade mundial.
Trata-se de ter e de aumentar o número de homens e de mulheres, de famílias e de instituições de ensino, de paróquias e de movimentos e novas comunidades, preocupados e decisivamente ocupados em mudar a opinião pública, as políticas públicas, a educação publica, a moralidade pública, através de líderes bem formados na religião e nos valores morais.
Que pedagógica a inscrição gravada numa tábua de argila babilônica do século XI antes de Cristo: “A juventude de hoje está corrompida até o coração. É má, ateia e preguiçosa. Jamais será o que deveria ser, nem será capaz de preservar a nossa cultura”.
O império da Babilônia, bem como os grandes impérios da história, ruíram não por questões epidérmicas, mas por questões nevrálgicas, tais como a degradação moral da família, o desprezo moral pela vida, a corrupção das autoridades civis e religiosas, e, sobretudo, pela carência de líderes corajosos, religiosos comprometidos com a construção de um mundo melhor.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Santuário de Aparecida receberá Romaria Nacional da Juventude

Evento ocorrerá durante a 54ª Assembleia Geral da CNBB, com a proposta de reunir os bispos e jovens.

            Diferentes expressões juvenis do Brasil irão peregrinar ao Santuário de Aparecida (SP), dias 9 e 10 de abril, durante a 54ª Assembleia Geral da CNBB. A Romaria Nacional da Juventude integra a programação do Projeto #Rota300, que antecede as celebrações do Jubileu do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, em 2017.
           O evento é uma parceria entre a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a reitoria do Santuário Nacional de Aparecida (SP). As dioceses e comunidades já começaram a organizar caravanas para participar da Romaria. 
            De acordo com o reitor do Santuário, padre João Batista de Almeida, a proposta da Romaria é aproximar os jovens do episcopado. “Durante a vigília do ano passado, a juventude veio, passou uma noite em oração. Então, nasceu a ideia de, anualmente, promovermos, durante a Assembleia dos bispos, uma romaria oficial da juventude ao Santuário Nacional”, explica o reitor. 
            O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, dom Vilson Basso, explica que o #Rota 300 tem um espírito missionário deixado pelas palavras do papa: “Ide sem medo para servir”.
            “Foi um espírito missionário que ficou no coração da juventude. A exemplo da cruz da Jornada Mundial da Juventude que caminhou pelo Brasil, pensamos que Nossa Senhora Aparecida também poderia ser levada pelos jovens pelo Brasil afora", recorda dom Vilson. 
            As inscrições para a Romaria da Juventude estarão disponíveis, em breve, no site dos Jovens Conectados

Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18080:santuario-de-aparecida-recebera-romaria-nacional-da-juventude&catid=402&Itemid=126

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Jesus no Litoral

            A edição Rio de Janeiro do Projeto Jesus no Litoral (JNL) levou, de 7 a 10 de janeiro, 110 jovens entre 17 e 40 anos à Praia de Ipanema para evangelizar cariocas e turistas. Foram realizadas atividades como orações em grupos, evangelização para crianças e a pregação do querigma à beira-mar.
            O evento teve início no dia 7 com o envio do arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, que abriu, na ocasião, a Trezena de São Sebastião, que culmina no dia do padroeiro da cidade, 20 de janeiro.
            Em sua homilia, o cardeal lembrou uma das propostas que o Papa Francisco fez para este Ano Jubilar da Misericórdia: “É um ano de graça para toda a Igreja, para que sejamos o rosto da misericórdia de Cristo. Aquele que se deixa ser amado por Deus não vive da mesma forma. E cabe a nós sermos portadores dessa boa notícia no mundo: o amor de Deus”, disse.
            Esta foi a terceira vez que o projeto aconteceu na cidade. As outras duas aconteceram em 2010 e em 2013 durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013). Segundo o organizador do projeto no Rio, Ricardo Cardoso da Silva, coordenador do Ministério Jovem da Renovação Carismática Católica (RCC) do Estado do Rio, a missão passará a acontecer anualmente no mês de janeiro, cada ano em uma praia diferente do estado.

JNL e RCC
            O JNL é um projeto da Renovação Carismática Católica (RCC) surgido há 10 anos no Paraná. Desde então, já aconteceu em quase todos os estados com litoral no Brasil.
            “A ideia é evangelizar, levar o amor de Deus aos banhistas, aos turistas. Dentro dessa perspectiva, fazemos aquilo que nos pede o Papa Francisco: ir além, anunciar, ser uma Igreja em saída, em missão”, pontuou o organizador. Segundo ele, o projeto carrega a identidade da RCC porque visa levar o amor de Deus, através do batismo no Espírito Santo, a todos os corações.

Em missão
            Para começar a missão, os jovens se dividiram em três pontos da Praia de Ipanema: desde o Arpoador até a altura do Leblon. Eles evangelizaram centenas de banhistas através da pregação do querigma. Três tendas de evangelização deram suporte aos missionários.
            “Assim como a palavra de Jesus (Lc 19,9) nos diz: ‘a salvação entrou na sua casa’, do mesmo jeito posso falar que a salvação hoje entrou na sua praia”, disse o jovem Bruno Oliveira, do Ministério Jovem Sal e Luz, em sua pregação.
            De acordo com o organizador, os frutos da missão já puderam ser vistos enquanto ela acontecia. Na noite do dia 9, sábado, houve um luau em que compareceram muitas pessoas que haviam sido evangelizadas mais cedo durante o dia. “Os frutos foram lindos! Conseguimos fazer as pessoas virem novamente ao encontro de Cristo”, frisou Ricardo.


Menino Jesus no Litoral
            Enquanto acontecia a evangelização, os filhos das pessoas que estavam sendo evangelizadas participavam de atividades com os servos do ministério para as crianças em uma tenda específica. “Chamamos essa parte do projeto de ‘Menino Jesus no Litoral‘. Foram brincadeiras, música, entre outras atividades”, explicou o coordenador.

Suporte
            O monsenhor Manuel Moreira Vieira, pároco da Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, deu apoio ao projeto, oferecendo a paróquia para que os missionários pudessem usar como base para descanso, utilização de banheiros e alimentação.
            Também participaram da missão o assistente eclesiástico da RCC, padre Antônio José Afonso da Costa, o assistente eclesiástico do Setor Juventude, padre Jorge dos Santos Carreira e o padre Anderson Batista Monteiro, vigário paroquial da Basílica da Imaculada Conceição, em Botafogo.
            O então pároco da Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, padre Geovane Ferreira da Silva, foi quem direcionou as atividades de preparação, que ocorreram em sua paróquia no segundo dia.
            “Nós pudemos ver, com a missão Jesus no Litoral, que os banhistas ficaram impactados e que as pessoas fizeram esse questionamento: ‘a Igreja Católica está realmente na rua? É isso?’ O amor de Deus alcançou o coração das pessoas. A missão é conhecida pelos frutos, e podemos dizer que muitos frutos já estão sendo colhidos. Afirmo isso por causa dos testemunhos dos missionários e das pessoas que estiveram conosco. Podemos dizer que a missão teve muito êxito por causa dos frutos que já vimos”, assegurou Ricardo.

Colaboração: Jersey Simon

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, página 8