Manhã de Formação ICJA

Manhã de Formação ICJA

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Encontro de Namorados com Cristo



Queridos(as) Irmãos(ãs),

A PAZ !

A Pastoral Familiar da Paróquia Santo Afonso convida NAMORADOS(AS) para participarem do ENCONTRO DE NAMORADOS COM CRISTO que acontecerá no dia 25/09 (Domingo).

Informações e inscrições podem ser obtidas na Secretaria da Paróquia Santo Afonso ou com a Pastoral Familiar.

Pastoral Familiar
Paróquia Santo Afonso
Te. (21) 2264-6162

domingo, 28 de agosto de 2011

FEIRA VOCACIONAL



A paróquia Nossa Senhora da Luz, no Rocha (Vicariato Norte), realizou no domingo, dia 28 de agosto, sua primeira FEIRA VOCACIONAL, coordenada pelo pároco, Padre Alexandre Moro.

Encerrando as comemorações do mês vocacional, o evento reuniu estandes de diversas congregações religiosas, do seminário arquidiocesano São José, da Pastoral Familiar para propagar a vocação ao matrimônio.

Além das exposições e "bate-papo vocacional" com a juventude, houve, ainda momentos de palestra, lanche, Adoração ao Santíssimo Sacramento e a Santa Missa.

Esperamos que eventos como esses se multipliquem em nossa Arquidiocese!! Parabéns pela iniciativa!





segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Comemoração pelo dia do catequista da iniciação cristã de jovens e adultos do vicariato norte


Dia 03/09 a partir das 13h.


Ao final, a Santa Missa presidida por Dom Roberto, onde todos os catequistas receberão suas carteirinhas e renovarão seus compromissos.
Local: Paróquia SS. Corações (Rua Conde de Bonfim, 474 – Tijuca)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

17º Seminário de Jovens e Adultos



“Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé.” Cl 2, 7
Local: Centro de Convivência Padre Miguel (R. Francisco Real, 365 – Padre Miguel)
Dia: 28/08/2011
Horário: 12h às 18h
Santa Missa às 16h
Ação sócio-cristão: doação de alimentos não perecíveis na entrada
Apresentação de dança: Ministério Magnífica (Paróquia N. Sra. das Graças)
OBS: Precisamos de voluntários para doar seu serviço no encontro vocacional em diversas atividades: apoio, acolhida, recepção, cantina, liturgia, limpeza, decoração, etc. As pessoas que puderem servir no evento, entrar em contato com Aparecida (3364-1627) ou ligue p/ Paróquia Santa Rita de Cássia (3403-6372). Contamos que permaneçam para a arrumação após o evento, pois tudo é preparado no dia.
PROGRAMAÇÃO DO DIA
07h30 – chegada das equipes de trabalho
12h00 – início (acolhida)
12h30 – início do evento com animação
12h50 – breve apresentação do evento
13h00 – apresentação de dança
13h10 – benção do evento
13h15 – animação
13h35 – preparação para o testemunho
13h40 – 1º testemunho
13h55 – momento de oração
14h10 – intervalo
14h30 – retorno do intervalo (animação)
14h45 – preparação para o testemunho
14h50 – 2º testemunho
15h00 – momento de oração
15h15 – animação
15h30 – intervalo
16h00 – Santa Missa
17h30 – encerramento / arrumação do espaço
19h00 – entrega do espaço

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Canto Litúrgico, catequese e comunicação

Por Dom Orani João Tempesta, O.Cist.
Arcebispo da Arquidiocese do Rio

Entre as alegrias dos encontros de comunicação que tivemos a oportunidade de hospedar nas últimas duas semanas, acrescentamos o 50º Curso de Canto Pastoral. Cantar a Liturgia é também comunicação! Este ano ele foi dedicado ao Mons. Amaro Cavalcante de Albuquerque Filho, que o iniciou aqui no Rio de Janeiro. Foram muitos encontros nesse mesmo estilo espalhados pelo Brasil na década de 60. Esses cursos, frutos do "movimento litúrgico", antecedeu, preparou e concretizou, posteriormente, o Concílio Vaticano II. Ele conta com uma parte teórica e formativa e outra de ensaio das novas melodias que a cada ano enriquecem o repertório musical de nossa Igreja. Mas o Canto Litúrgico é também catequético. Ele supõe e educa a fé.
O desafio da Igreja é a evangelização do mundo de hoje, mesmo em territórios onde a Igreja já se encontra implantada há mais tempo. Nossa realidade pede uma nova evangelização. A catequese coloca-se dentro desta perspectiva evangelizadora, mostrando uma grande paixão pelo anúncio do evangelho. Entrar no Mistério Pascal supõe uma catequese aprofundada. Talvez a grande dificuldade hoje seja justamente essa! Não bastam apenas as adaptações exteriores; é importante um aprofundamento da fé no Mistério Eucarístico.
Por isso seria importante que, como consequência dos encontros de Comunicação (Seminários dos Bispos e Mutirão Brasileiro de Comunicação) e do Jubileu de Ouro dos Encontros de Canto Pastoral, que pudéssemos estar nos comprometendo ainda mais com a Iniciação Cristã para uma catequese que aprofunde a fé de nosso povo.
Sendo o anúncio de Jesus Cristo um momento da evangelização (querigma), a catequese é um modo, dando-lhe continuidade. Sua finalidade é aprofundar e amadurecer a fé, educando o convertido para que se incorpore à comunidade cristã. A catequese sempre supõe a evangelização. Por sua vez, à catequese segue-se o terceiro momento: a ação pastoral para os fiéis já iniciados à fé, no seio da comunidade cristã através da formação continuada. Catequese e ação pastoral se impregnam do ardor missionário, visando à adesão mais plena a Jesus Cristo.
A atividade da Igreja, de modo especial a catequese, traduz sempre a mística missionária que animava os primeiros cristãos. A catequese exige conversão interior e contínuo retorno ao núcleo do Evangelho (querigma), ou seja, ao mistério de Jesus Cristo em sua Páscoa libertadora, vivida e celebrada continuamente na Liturgia. Sem isso, ela deixa de produzir os frutos desejados. Toda ação da Igreja leva ao seguimento mais intenso de Jesus e ao compromisso com seu projeto missionário.
A Liturgia é comunicação, mas é também catequese. Por isso, junto com o primeiro anúncio, sempre temos que nos preocupar com o aprofundamento da fé.
O fruto da evangelização e da catequese é o fazer discípulos: acolher a Palavra, aceitar Deus na própria vida, como dom da fé. Há certas condições da nossa parte, que se resumem em duas palavras evangélicas: conversão e seguimento. A fé é uma caminhada, conduzida pelo Espírito Santo, a partir de uma opção de vida e uma adesão pessoal a Deus, através de Jesus Cristo, e ao seu projeto para o mundo. isso supõe também uma aceitação intelectual, um conhecimento da mensagem de Jesus. O seguimento de Jesus Cristo realiza-se, porém, na comunidade fraterna. O discipulado, que é o aprofundamento do seguimento, implica renúncia a tudo o que se opõe ao projeto de Deus e que diminui a pessoa. Leva à proximidade e intimidade com Jesus Cristo e ao compromisso com a comunidade e a missão.
A catequese é, em primeiro lugar, uma ação eclesial: a Igreja transmite a fé que ela mesma vive, e o catequista é um porta-voz da comunidade e não de uma doutrina pessoal. A catequese faz parte do ministério da Palavra e do profetismo eclesial. O catequista é um autêntico profeta, pois pronuncia a Palavra de Deus, na força do Espírito Santo. Fiel à pedagogia divina. a catequese se ilumina e revela o sentido da vida.
A catequese comunica uma experiência de vida, um compromisso de fé, um caminho de seguimento. "O que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, o que nossas mãos tocaram acerca da palavra de vida..., isto vo-lo anunciamos, a fim de que estejais unidos a nós" (cf 1Jo 1,1-3).
A catequese, mais do que transmitir verdades, comunica uma mensagem de vida, de fé, de compromisso com Deus, consigo mesmo, com o irmão e com a comunidade.
A catequese acontece através da intercomunicação pessoal e através da comunicação grupal como exercício de vida comunitária e partilhada.
A catequese agora necessita avançar para o uso dos equipamentos modernos de comunicação. As novas gerações nascem dentro da tecnologia.
A catequese na sua missão de fazer ecoar a mensagem da Boa Nova de Cristo deve criar instrumentos que garantam um processo de comunicação participativo e circular; valorizar a presença na comunidade local dos catequistas com uma formação especial no campo da comunicação. A Igreja deve estar atenta às perspectivas que se abrem no campo da educação à distância.
O educador na fé procura continuar a missão iniciada por Jesus guiado pelo Espírito Santo. Este serviço na Igreja é de fundamental importância. A Igreja valorizando o ministério dos catequistas atesta que serviço mais belo que do o catequista que anuncia a Palavra divina, que se une com amor, confiança e respeito ao próprio irmão, para ajudá-lo a descobrir a realizar os desígnios providenciais de Deus sobre ele. Eis que a missão do catequista consiste também em fomentar que as nossas comunidades sejam mais acolhedoras e catequizadoras.
O catequista é um anunciador da Palavra, alguém que procura de fato vivenciá-la no dia a dia. Seu testemunho é fundamental, pois não se pode separar a fé da vida quotidiana. O educador na fé tem uma tarefa extremamente árdua e delicada, porque a catequese não é um simples ensino, mas a transmissão de uma mensagem de vida, como jamais será possível encontrar em outras expressões do pensamento humano. Quem diz: 'mensagem', diz algo mais do que doutrina. Quantas doutrinas jamais chegam a ser mensagem! A mensagem não se limita a expor ideias; ela exige uma resposta, pois é interpelação entre pessoas, entre aquele que propõe e aquele que responde. A mensagem é vida. Cristo anunciou a Boa Nova, a salvação e a felicidade. Por ser uma mensagem de vida, é que a Igreja catequiza o povo.
A catequese nos últimos anos deu passos significativos. Em toda parte percebe-se um fervilhar de novas experiências e métodos mais adequados que nos orientem na caminhada. Este processo de renovação depara-se com alguns desafios: a catequese não pode ser uma simples iniciativa baseada na boa vontade, na improvisação. Disso decorre a necessidade de pensar, organizar e atualizar a catequese, buscar novos areópagos, animar os catequistas, criar um clima humano-afetivo. Surge, assim, a missão da Igreja do qual depende, em grande parte, a dinâmica e a renovação da catequese numa comunidade. Não tenha medo e avance nas águas mais profundas, atendendo ao apelo de Cristo e da Igreja, de anunciar o Evangelho e catequizar os homens e mulheres de boa vontade.
Testemunho de Fé (nº 702)