Manhã de Formação ICJA

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Mensagem do Papa Francisco para a 31ª Jornada Mundial da Juventude de Cracóvia 2016

«Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5, 7)

Queridos jovens!
            Chegamos à última etapa da nossa peregrinação para Cracóvia, onde juntos, no mês de Julho do próximo ano, celebraremos a XXXI Jornada Mundial da Juventude. No nosso longo e exigente caminho, temos sido guiados pelas palavras de Jesus tiradas do «Sermão da Montanha». Iniciámos este percurso em 2014, meditando juntos sobre a primeira Bem-aventurança: «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu» (Mt 5, 3). O ano de 2015 teve como tema «felizes os puros de coração, porque verão a Deus» (Mt 5, 8). No ano que temos pela frente, queremos deixar-nos inspirar pelas palavras: «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5, 7).

O Jubileu da Misericórdia
            Com este tema, a JMJ de Cracóvia 2016 insere-se no Ano Santo da Misericórdia, tornando-se um verdadeiro e próprio Jubileu dos Jovens a nível mundial. Não é a primeira vez que um encontro internacional dos jovens coincide com um Ano Jubilar. De facto, foi durante o Ano Santo da Redenção (1983/1984) que São João Paulo II convocou pela primeira vez os jovens de todo o mundo para o Domingo de Ramos. Depois durante o Grande Jubileu do ano 2000, mais de dois milhões de jovens, provenientes de cerca 165 países, reuniram-se em Roma para a XV Jornada Mundial da Juventude. Como aconteceu nestes dois casos anteriores, tenho certeza de que o Jubileu dos Jovens em Cracóvia será um dos momentos fortes deste Ano Santo.
            Talvez algum de vós se interrogue: Que é este Ano Jubilar celebrado na Igreja? O texto bíblico de Levítico 25 ajuda-nos a compreender o significado que tinha um «jubileu» para o povo de Israel: de cinquenta em cinquenta anos, os judeus ouviam ressoar a trombeta (jobel) que os convocava (jobil) para celebrarem um ano santo como tempo de reconciliação (jobal) para todos. Neste período, devia-se recuperar uma relação boa com Deus, com o próximo e com a criação, baseada na gratuidade. Por isso, entre outras coisas, promovia-se o perdão das dívidas, uma particular ajuda a quem caíra na miséria, a melhoria das relações entre as pessoas e a libertação dos escravos.
            Jesus Cristo veio anunciar e realizar o tempo perene da graça do Senhor, levando a boa nova aos pobres, a liberdade aos prisioneiros, a vista aos cegos e a libertação aos oprimidos (cf. Lc 4, 18-19). N’Ele, especialmente no seu Mistério Pascal, realiza-se plenamente o sentido mais profundo do jubileu. Quando, em nome de Cristo, a Igreja convoca um jubileu, somos todos convidados a viver um tempo extraordinário de graça. A própria Igreja é chamada a oferecer, com abundância, sinais da presença e proximidade de Deus, a despertar nos corações a capacidade de olhar para o essencial. Nomeadamente este Ano Santo da Misericórdia «é o tempo para a Igreja reencontrar o sentido da missão que o Senhor lhe confiou no dia de Páscoa: ser instrumento da misericórdia do Pai» (Homilia nas Primeiras Vésperas do Domingo da Misericórdia Divina, 11 de Abril de 2015).

Misericordiosos como o Pai
            Este Jubileu extraordinário tem como lema «misericordiosos como o Pai» (cf. Misericordiae Vultus, 13), aparecendo associado com ele o tema da próxima JMJ. Procuremos então compreender melhor que significa a misericórdia divina.
            Para falar de misericórdia, o Antigo Testamento usa vários termos, sendo os mais significativos hesed e rahamim. O primeiro, aplicado a Deus, expressa a sua fidelidade indefectível à Aliança com o seu povo, que Ele ama e perdoa para sempre. O segundo, rahamim, pode ser traduzido por «entranhas», evocando de modo especial o ventre materno e fazendo-nos compreender o amor de Deus pelo seu povo como o duma mãe pelo seu filho. Assim no-lo apresenta o profeta Isaías: «Acaso pode uma mulher esquecer-se do seu bebé, não ter carinho pelo fruto das suas entranhas? Ainda que ela se esquecesse dele, Eu nunca te esqueceria» (Is 49,15). Um amor assim implica criar dentro de mim espaço para o outro, sentir, sofrer e alegrar-me com o próximo.
            No conceito bíblico de misericórdia, está incluída também a valência concreta dum amor que é fiel, gratuito e sabe perdoar. Neste texto de Oseias, temos um belíssimo exemplo do amor de Deus, comparado ao dum pai pelo seu filho: «Quando Israel era ainda menino, Eu amei-o, e chamei do Egipto o meu filho. Mas, quanto mais os chamei, mais se afastaram (...). Entretanto, Eu ensinava Efraim a andar, trazia-o nos meus braços, mas não reconheceram que era Eu quem cuidava deles. Segurava-os com laços humanos, com laços de amor, fui para eles como os que levantam uma criancinha contra o seu rosto; inclinei-me para ele para lhe dar de comer» (Os 11, 1-4). Apesar do comportamento errado do filho, que mereceria uma punição, o amor do pai é fiel e perdoa sempre um filho arrependido. Como vemos, na misericórdia está sempre incluído o perdão; a misericórdia divina «não é uma ideia abstracta mas uma realidade concreta, pela qual Ele revela o seu amor como o de um pai e de uma mãe que se comovem pelo próprio filho. (...) Provém do íntimo como um sentimento profundo, natural, feito de ternura e compaixão, de indulgência e perdão» (Misericordiae Vultus, 6).
            O Novo Testamento fala-nos da misericórdia divina (eleos) como síntese da obra que Jesus veio realizar no mundo em nome do Pai (cf. Mt 9, 13). A misericórdia de Nosso Senhor manifesta-se sobretudo quando Se debruça sobre a miséria humana e demonstra a sua compaixão por quem precisa de compreensão, cura e perdão. Em Jesus, tudo fala de misericórdia. Mais ainda, Ele mesmo é a misericórdia.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Halleluya Rio leva jovens da Lapa a uma experiência com Deus

O final de semana chuvoso não impediu a ação de Deus no Halleluya Rio. Onze atrações passaram pelo palco do evento nos três dias de programação da quinta edição do festival na Cidade Maravilhosa. Apenas na sexta-feira, 11 de setembro, cerca de dez mil pessoas passaram pela arena Halleluya nos Arcos da Lapa. Rosa de Saron, Ana Gabriela e Canto das Írias agitaram a primeira noite do festival.
Pela terceira vez no Halleluya Rio, Ana Gabriela disse ser uma alegria abrir a programação do festival deste ano. “Voltar para a Lapa (o Halleluya da JMJ também foi no bairro) é uma alegria maior ainda. Lugar onde os jovens se encontram. E a gente está justamente tentando encontrar esses jovens que, muitas vezes, não vão a Igreja, que não são atraídos porque não sabem que tem essa riqueza dentro da Igreja, que através da música eles podem conhecer algo novo. Então trazer essa experiência para um local onde a gente sabe que vai encontrar esse jovem, aí é que está a nossa grande expectativa e alegria”, disse.
Abrindo a segunda noite do Halleluya Rio, mesmo sob uma chuva insistente, a banda Frutos de Medjugorje animou o público com canções cheias de coreografias e motivações para oração. A segunda atração do sábado foi a cantora Suely Façanha, que entoou músicas clássicas que levantaram os cariocas e fizeram os jovens cantarem juntos. Depois foi a vez de Davidson Silva levantar a galera. Agora morador do Rio de Janeiro, Davidson disse ser uma alegria pisar no Halleluya Rio tendo a cidade como sua atual terra de missão. Ainda no sábado, os jovens participaram da Missa presidida pelo vigário episcopal para os Institutos de Vida Consagrada, Sociedades de Vida Apostólica, Movimentos Eclesiais e Novas Comunidades, Dom Roberto Lopes. Durante a homilia, Dom Roberto motivou o público a fazer uma experiência profunda com a Palavra de Deus e citou a atenção da Virgem Maria nesta escuta.
Pela primeira vez no palco do Halleluya Rio, a banda Adoração e Vida encerrou a segunda noite do evento. O público foi pura animação a cantar os sucessos da banda fundada em 2005 em São José dos Campos, São Paulo. “Estar aqui no Halleluya Rio pela primeira vez é fantástico, conhecer novos irmãos, louvar com o povo que a gente ainda não tinha louvado e reencontrar alguns antigos amigos da Comunidade Shalom e outros que moram aqui. Então para a gente está sendo muito especial. Deus é maravilhoso”, afirmou o vocalista Walmir Alencar.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

DNJ 2015: edição de 30 anos do evento vai refletir a construção de uma nova sociedade

Neste ano de 2015, a juventude recebe um convite especial para as reflexões dos 30 anos de DNJ, que partem do tema da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade: Igreja e sociedade”.
O Concílio Ecumênico Vaticano II ensina a todos a serem ativos, criativos, construtores da sociedade. Essa presença dos cristãos, jovens cristãos, na sociedade recordam dois documentos importantes do Concílio: Lumen gentium (Luz dos povos) e Gaudium et spes (Alegria e esperança). O lema do DNJ 2015, “Juventude construindo uma nova sociedade”, deseja recordar a presença dos jovens cristãos na sociedade.
Na cartilha, o Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner destaca: “É jovem aquela, aquele que tem a força, o vigor de Deus. Deus é bondade, misericórdia, cuidado, fonte de todo o bem. É jovem a pessoa que imita Deus na generosidade fontal!”. Portanto, somos todos convidados a ser sinal de mudança.
Para celebrar o DNJ, é importante “preparar bem”. Por isso, os encontros de preparação são três e, o aprofundamento dos temas ajudará na celebração do Dia Nacional da Juventude:

1. Construindo uma nova sociedade;
2. Juventude e vida;
3. Juventude e política;

O DNJ tem como objetivo que seja um momento “missionário”. Para o mês de outubro, mês missionário, os jovens encontrarão um roteiro para ação missionária descrito na cartilha. Os missionários jovens anunciando, testemunhando a vida que Jesus nos deixou com sua vida, morte e ressurreição na Comunidade, na Igreja local.
O convite é: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos” (Mc 10,45).
A Pastoral Juvenil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Encontro Nacional de Revitalização, em dezembro de 2013, após a JMJ, optou por fazer um caminho de Evangelização da juventude a partir de três eixos: Missão, Capacitação e Estrutura de Acompanhamento. Esses três eixos têm seus desdobramentos nas dioceses do Brasil. Ao mesmo tempo, desenvolve-se o projeto Rumo ao 300 anos de Aparecida, em sintonia com a Igreja no Brasil com o tema: “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão”. É nesse rico contexto que a Igreja celebra os 30 anos do Dia Nacional da Juventude.

Faça o download do subsídio completo para seu grupo jovem:


Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/3560/dnj-2015-edicao-de-30-anos-do-evento-vai-refletir-a-construcao-de-uma-nova-sociedade

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Retiro de Espiritualidade

Clique na foto para ampliar

Você está convidado(a) para participar conosco de mais um retiro de espiritualidade inaciana pela Federação das Congregações Marianas do Rio de Janeiro.

Basta clicar no link abaixo para fazer a sua inscrição.
Não deixe para depois. 
Vagas limitadas!

Segue link para inscrições:

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Centro Loyola abre inscrições para o curso Fé e Razão no Cristianismo Medieval - Escolástica

Estão abertas as inscrições para o segundo módulo do curso Fé e Razão no Cristianismo Medieval. Nesta etapa, o professor William Batista, doutor em Comunicação Social, mestre em Filosofia e psicanalista, irá abordar a Escolástica.
As aulas oferecem uma reflexão em torno da formação do pensamento cristão na Idade Média a partir dos seus grandes pensadores, do século II ao século XIV, e discutem o confronto entre fé e razão na busca por fundamentos lógicos racionais para a fé.
Entre os principais pensadores deste período está São Tomás de Aquino. O curso terá oito encontros, sempre às segundas-feiras, das 19h às 21h, entre os dias 5 de outubro e 7 de dezembro, com aulas no Centro Cultural João XXIII, na rua Bambina, 115, em Botafogo (há estacionamento gratuito no local, que fica próximo à estação do metrô de Botafogo).
Inscritos até 5 de outubro poderão realizar o pagamento em duas parcelas de R$ 140. Para mais informações e inscrições acesse: www.clfc.puc-rio.br.

Programa:
– Características Gerais da Escolástica;
– Estudo de textos de pensadores fundamentais da Escolástica;
– São Tomás de Aquino e a Escola Tomista.