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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Na busca da revolução do amor e dos valores

Neste ano de 2015, os jovens do Rio de Janeiro celebraram os 30 anos do Dia Nacional da Juventude (DNJ) e trouxeram à sua realidade, neste importante momento histórico do país, a reflexão de sua atuação como cristãos na sociedade.
Inspirados por documentos importantes do Concílio Vaticano II como “Lumen Gentium” (Luz dos povos) e “Gaudium et Spes” (Alegria e esperança), a juventude abraçou o convite de serem jovens ativos, criativos e construtores da sociedade. E participaram com grande alegria e entusiasmo, no dia 18 de outubro, do DNJ 2015 realizado pelo Setor Juventude da Arquidiocese do Rio, na Catedral Metropolitana de São Sebastião.

Transformar o mundo
O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, esteve presente no evento e ressaltou a importância do dinamismo juvenil para a transformação da sociedade.
“Este belo momento em nossa Catedral Metropolitana é uma oportunidade de reunir todas as expressões jovens da Igreja no Rio de Janeiro para celebrar o Dia Nacional da Juventude, também comemorado em todo o Brasil todos os anos. Nosso objetivo é incentivar os jovens e recordar que eles são Igreja, e que continuem se sentindo como Igreja, caminhando com o povo de Deus e experimentando as graças do Pai de poder, enquanto Igreja, ajudar esse mundo a ser transformado. Todos nós somos chamados a transformar o mundo, mas os jovens mais ainda, tendo em vista todo o seu dinamismo”, afirmou Dom Orani.

Fermento na massa
Como ocorre tradicionalmente, ao longo do dia houve pregações, oficinas, louvor, adoração ao Santíssimo e apresentação teatral, que trouxeram e trabalharam a temática do Dia Nacional da Juventude – “Juventude e sociedade” – e seu respectivo lema: “Estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22, 27).
“O DNJ acontece há trinta anos e, para nós, este é o momento de congregar e reunir os jovens católicos que querem viver verdadeiramente por e para Jesus. O tema do Dia Nacional da Juventude deste ano faz uma reflexão do jovem que transforma a sociedade, que é diferente porque está inserido no mundo, na escola, na faculdade e no trabalho, mas compreende que ali e em todos os ambientes ele precisa ser luz das nações e fermento da massa. Logo, esse momento torna-se um dia de conversão, de voltar para o Senhor, de não ter medo de dizer que é católico e cristão, e de se comprometer voltando para casa e para a paróquia com o compromisso de transformar a sociedade e sua comunidade. O DNJ é este dia de celebração e tomada de consciência por parte da juventude cristã católica da nossa Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro”, concluiu padre Jorge Carreira.

Revolução do amor
Todas as comunidades, movimentos e pastorais ligados à juventude participaram de alguma forma do evento, que teve como ápice a Santa Missa presidida pelo bispo auxiliar e animador do Setor Juventude, Dom Antonio Augusto Dias Duarte. A celebração eucarística foi concelebrada pelo assistente eclesiástico do Setor, padre Jorge Carreira e outros sacerdotes da arquidiocese.
“Nós acabamos de ouvir o Evangelho (Mc 10,35-45) e ele nos apresenta Tiago e João, dois irmãos jovens que sabiam o que queriam: sentar um à direita e outro à esquerda de Jesus, quando estivessem em sua glória. Uma das coisas mais tristes é ouvir um jovem dizer: eu quero, mas não posso, não consigo e não sei se vou conseguir um dia na vida. Quando a gente começa a dizer não posso e não consigo, nós começamos a perder a força da juventude, e sem força nós não só deixamos de crescer pessoalmente como também não fazemos o papel que Deus nos confiou, de construir uma sociedade e um futuro melhor. Embora não entendamos muitas coisas da realidade, embora a gente não saiba discernir bem qual é a providência de Deus, esses dois jovens nos ensinaram uma coisa fundamental: que temos que dizer, sempre cheios de confiança e audácia, que podemos, sim, construir um mundo melhor, superar as dificuldades do ambiente e as dificuldades pessoais com o poder da liberdade que Deus nos deu. Uma liberdade que, se nós soubéssemos utilizar, faríamos a maior revolução da história da humanidade, que é a revolução do amor e dos valores”, ressaltou Dom Antonio Augusto.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/3756/na-busca-da-revolucao-do-amor-e-dos-valores 

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